Matemática e Mitologia

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A Estrela Vénus nos “Lusíadas” – 1ª parte

Vénus aparece como estrela da manhã nos Lusíadas. ao romper do dia em que a frota do Gama avistou enfim terras da índia, em VI, 85:

«Mas já a amorosa estrela acintilava
Diante do Sol claro no horizonte,
Mensageira do dia, e visitava
A terra e o largo do mar com leda fronte
A Deusa que nos céus a governava,
De quem foge o ensífero Orionte,
Tantto que o mar e a cara armada vira.
Tocada junto foi de mêdo e de ira.»

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Sor_Juana_by_Miguel_Cabrera

Soror Juana Inês de la Cruz, Matemática e Música no Regateio de Abraão

“É uma linha espiral,
Não um círculo, a harmonia”

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chakana

Raiz de Dois: O Caminho da Verdade?

Podemos ironizar com este título recordando o mistério que para os antigos matemáticos gregos supôs este universo, e como os pitagóricos valorizaram a sua natureza irracional, ao ponto de, diz-se – o que é absolutamente falso, um infeliz rumor – teriam assassinado o seu descobridor.

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Giuseppe_maria_crespi,_olimpo,_palazzo_pepoli,_01

A Teogonia de Hesíodo

Atendendo ao que a tratar neste artigo é considerado, pela maioria, como pertencente ao campo mitológico, convém, antes demais, definir o que se entende por mitologia.
Segundo José Ferrater Mora “habitualmente chama-se mito a todo o relato sobre algo fabuloso que se supõe ter acontecido num passado remoto (ou impreciso)”. Embora a sua definição continue, numa análise exaustiva pelas diversas tendências e crenças sobre o que é um mito, o que dissemos é suficiente para a tarefa que vamos empreender.

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Hieroglyphs_from_the_tomb_of_Seti_I

Seshat, A Senhora da Escrita

Seshat, a divindade egípcia feminina da escrita, está intimamente ligada aos registos e contagem e por isso nos parece interessante abordá-la dentro dos parâmetros desta revista que busca fazer pontes entre várias áreas do saber.

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