Números

Simbologia Numérica 1 – A Linguagem dos Mistérios e as suas Chaves

Justifica-se o completo abandono da Numerologia por parte da Ciência pelo facto de não representar qualquer realidade verificável e é relegada, portanto, para a categoria das pseudo-ciências. Os matemáticos deixaram de fazer há muito tempo este tipo de cálculos.
Do meu ponto de vista, têm razão porque se existe uma Numerologia realmente esotérica não está ao alcance do comum dos mortais, portanto especular com ela não tem muito sentido. Por outro lado, se se trata de uma brincadeira com números em busca de finalidades como a previsão do futuro, o cumprimento de certas profecias, etc., etc., além de ser uma falsidade, cairemos então nas mais ridículas teorias e absurdas patranhas.

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Máximas sobre Números

O grande rio da criação, decomposto num infinito número de gotas, e cada uma delas com o seu peso, sua densidade, sua cor, está diante da nossa consciência sem que, apesar dos esforços heróicos que fazemos, consigamos devolvê-lo à sua unidade essencial. Na nossa mente este rio transborda, torna-se fugidio e inapreensível.

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O Número 55 e as suas Belezas Maravilhosas

O filósofo neoplatónico Jâmblico, no seu livro Theologumena Arithmeticae, atribuí a denominação “belezas maravilhosas” a este número. Diz que emana

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Os Números e a Vida Quotidiana

A nossa vida quotidiana está regida por números. Por exemplo, medimos o tempo com o relógio e adaptamo-nos a essas

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Hipátia e os Números Primos

(Excerto do livro “Viagem Iniciática de Hipátia”) Vários meses depois, Hipátia ensinava a um dos seus grupos de discípulos os

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Universalidade do número e

“A descoberta do número – melhor seria dizer a redescoberta, melhor ainda a descoberta recomeçada – não cabe, assim, na

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O misterioso número 26, e as estrelas da Oitava Esfera

Hoje, surpreendi vários estudiosos a conversarem sobre o número 26. Eram três, e enriqueciam o que estavam a dizer, cada

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Reflexões Matemático-Filosóficas

Apesar das contraposições que os espíritos estreitos quiseram ver entre ambas, a Poesia e a Matemática são irmãs gêmeas, porque tanto uma como a outra idealizam, embelezam e, analogamente, elevam tantas realidades concretas quantas as que integram as nossas existências; esta, abstraindo da realidade objetiva tudo o que se relaciona com o tempo, o espaço, o modo, a quantidade ou a força, de acordo com as famosas categorias kantianas; aquela, operando todos os tipos de generalizações harmónicas sobre qualquer facto real ou possível que ao dar-lhe Inspiração toma pretexto para levantar voo, e levamos, quase sem nos darmos conta, a todos os presentes, passados ou futuros, harmoniosamente conjugados pela lei do Símbolo ou da Analogia.

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O NÚMERO 108, UM NÚMERO DIVINO

Há números que são desde sempre sacralizados, como a Proporção de Ouro, ou o número que marca a relação entre a circunferência e o diâmetro (PI), outros pelo seu caráter enigmático, como o 137, o inverso da constante de fina estrutura, de grande importância na Física Quântica, e que vamos ver, e outros aos quais se atribui um título divino, como o número 108, que na Índia é chamado de “Shri 108”.

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A Década Pitagórica

Os Gnósticos primitivos defendiam que a sua Ciência, a Gnose, se baseava num quadrado, onde os ângulos representam respetivamente Sige (Silêncio), Bythos (profundidade), Nous (Alma Espiritual ou Mente), e Aletheia (Verdade).
Para eles todo o Universo, metafísico e material, estava contido dentro, e podia ser expresso e descrito pelos os dígitos do Número 10, a Década Pitagórica.

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